Promoção de Vinhos em Mercados de Países Terceiros

Promoção de Vinhos em Mercados de Países Terceiros

PROMOÇÃO DE VINHOS EM MERCADOS DE PAÍSES TERCEIROS | CANDIDATURAS ABERTAS

Estão abertas as candidaturas para incentivos do Programa de Promoção de Vinhos em Mercados de Países Terceiros. O período de inscrição ocorre entre 14 de novembro e 18 de dezembro de 2017 para ações de promoção de vinho a realizar no ano de 2018. O Programa de Promoção de Vinhos em Mercados de Países Terceiros destina-se a empresas/organizações de produtores, associações profissionais e organismos interprofissionais e públicos que estejam relacionadas ao setor do vinho e inscritas no IVV e sem dívidas perante este instituto. Por Países Terceiros, considerados prioritários entendem-se mercados como: Angola, Moçambique, Canadá, EUA, Brasil, Colômbia, México, Venezuela, Noruega, Rússia, Suíça, Ucrânia, China (incluindo Macau, Hong Kong e Taiwan), Coreia do Sul, Japão e Singapura. Entre muitas despesas, no Programa de Promoção de Vinhos em Mercados de Países Terceiros, são consideradas como elegíveis:

  • Ações de Formação;
  • Ações em Ponto de Venda;
  • Comunicação,
  • Divulgação e Publicidade;
  • Participação em Feiras e Eventos;
  • Refeições Vínicas e Provas;
  • Visitas aos Mercado;
  • Visitas Inversas;
  • Estudos de Mercado
  • Estudo de Avaliação de Resultados.

Ao longo das diversas edições do concurso relativo ao Programa de Promoção de Vinhos a Mercados de Países Terceiros, verifica-se que as exportações têm vindo aumentar acima da casa dos 40%, tal como se observou no exemplo mais recente em que se assistiu a um aumento de 45% nas exportações de vinhos da Península de Setúbal, em que 98% do volume total de vinho foi exportado para fora da União Europeia, no qual se salientou o mercado Angolano com um aumento de 371,4% face ao período homólogo. Se o volume de exportações se mantiver, o ano de 2018 baterá recordes de vendas nos diversos mercados e em especial no mercado brasileiro.

Nota: As ações que incluam produtos com DO Porto e produtos originários das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira devem ser apresentadas num projeto individualizado em termos de incentivos.
 
 
 

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