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Regras de realização da formação presencial intraempresa, para mitigação de riscos associados à COVID-19

A Pandemia COVID-19 obrigou à reformulação de processos e regras, designadamente no âmbito da formação em regime presencial.  Assim, sem prejuízo de outras alterações de fundo que venham a introduzir-se no futuro, relativamente à formação em formato presencial tendo em conta o atual contexto epidemiológico, o Departamento de Formação do Infeira segue as recomendações emanadas pelos organismos competentes (DGS e INEM).

Para tal definimos um conjunto de regras/medidas, clarificadas em propostas junto do interlocutor do cliente e ainda  junto dos formadores, as quais devem ser transmitidas aos formandos antes da formação (pelos responsáveis das empresas) e reforçadas  no início de cada ação de formação, pelo formador.

Recomendações gerais

    • Efetuar a avaliação da temperatura corporal a formandos e formadores, antes de entrarem nas instalações, não efetuando nenhum registo individual do mesmo, devendo este aspeto ser assegurado pela empresa cliente;
    • A sala de formação deve ser ventilada naturalmente (abertura de portas e/ou janelas) antes das sessões e quando possível durante as sessões;
    • Redução da componente teórica e aumento da componente prática, por forma a reduzir significativamente o tempo de permanência em sala (cerca de 70% do tempo de formação será em espaço aberto / exterior);
    • Higienização do espaço de formação em geral, designadamente das secretárias ou outros locais de contacto, devendo este aspeto ser assegurado pela empresa cliente;
    • Lavagem dos materiais da formação, no fim de cada ação de formação, com água e detergente, devendo este aspeto ser assegurado pela empresa cliente;
    • Limpeza do material da formação, nas superfícies de contacto, com álcool a 70°, sempre que é terminada um exercício, devendo este aspeto ser executado por cada formando com supervisão do formador;
    • Lavagem frequente das mãos, nomeadamente entre os exercícios práticos, devendo as mesmas ser desinfetadas com álcool a 70° antes e depois da execução de cada exercício;
    • Todos os elementos em formação (incluindo formador) deverão usar máscara individual;
    • Deve ser cumprido o distanciamento mínimo de 2 metros entre formandos e formador;
    • Um formando com sintomatologia compatível com uma infeção por COVID 19, não deve ser admitido à formação;
    • Um formando sem sintomatologia compatível com uma infeção por COVID 19, não deve ser admitido à formação caso: tenha regressado de área de transmissão comunitária; tenha tido contacto com caso confirmado;
    • Um formando cuja sintomatologia apenas se manifeste no decorrer de uma ação de formação deve ser objeto dos procedimentos previstos no Plano de Contingência da Entidade, no estrito cumprimento das regras emanadas pela DGS.
    • A empresa cliente pode solicitar medidas adicionais caso entenda necessário, existindo total colaboração do INFEIRA e sua equipa nesse sentido.

Recomendações específicas do INEM para a formação na área de Primeiros Socorros

    • Utilização de Equipamento Proteção Individual (EPI) adequados, nomeadamente:
      • Sessões Teóricas – uso de máscara;
      • Sessões Práticas – uso de máscara e luvas.
    • Lavagem e desinfeção das mãos antes e após cada sessão teórica ou prática;

Técnicas:

    • Posição Lateral de Segurança (PLS) – a técnica deverá ser pormenorizadamente descrita pelo formando, substituindo assim a prática;
    • No Suporte Básico de Vida os formandos não devem executar as duas insuflações, mas apenas deverão explicar oralmente como as executariam;
    • Na técnica de Desobstrução da Via Aérea (DVA), o momento de incentivo da tosse não deverá ser efetuado, sendo apenas explicado.